Formatadores de Código

Formate, valide e minifique JSON e organize queries SQL com indentação automática, direto no navegador.

Código mal formatado é código que ninguém consegue revisar. Um JSON de resposta de API vem em uma linha só de oito mil caracteres; uma query SQL herdada tem quinze joins sem uma quebra de linha. Ler qualquer um dos dois exige primeiro dar forma a eles.

O formatador de JSON faz mais do que indentar: ele valida. Quando o documento está quebrado, aponta a posição do erro e o que era esperado ali — vírgula sobrando no último elemento, aspas simples onde o padrão exige duplas, chave não fechada. Também minifica no sentido inverso, para quando você precisa colar o JSON em um campo de configuração de linha única.

O formatador de SQL reorganiza a query em cláusulas alinhadas, deixando visível a estrutura que estava escondida: quais tabelas entram, em que ordem, sob quais condições. Ambos rodam inteiramente no navegador — sua query e seu payload não são enviados a lugar nenhum, o que importa quando eles carregam nome de tabela interna ou dado de produção.

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Os erros de JSON que o formatador aponta

Validar é mais útil que embelezar, e a maior parte dos JSONs quebrados cai em quatro casos. Vírgula sobrando depois do último elemento de um objeto ou array: JavaScript aceita, JSON não. Aspas simples em vez de duplas: o padrão exige duplas, tanto na chave quanto no valor de texto. Chave sem aspas, hábito herdado de objeto literal de JavaScript. E chave ou colchete não fechado, geralmente resultado de recorte manual de um payload maior.

Há ainda dois casos que passam despercebidos porque o arquivo abre: números com zero à esquerda, que o padrão proíbe, e valores especiais como NaN e Infinity, que não existem em JSON e viram erro no parser do outro lado — normalmente em produção, não no seu editor.

Formatar SQL: o que a indentação revela

Uma query mal formatada esconde a própria estrutura. Quando as cláusulas ficam alinhadas, três coisas aparecem de imediato: quantas tabelas realmente entram no plano, se algum JOIN ficou sem condição — o cartesiano acidental, que só se manifesta quando o volume cresce — e se há condição de filtro escrita no ON quando deveria estar no WHERE, ou vice-versa, o que muda o resultado em LEFT JOIN.

O formatador reorganiza o texto e não interpreta o dialeto: ele não valida sintaxe de PostgreSQL, MySQL ou SQL Server, não checa se as tabelas existem e não otimiza nada. É uma ferramenta de leitura, e é sob essa expectativa que ela deve ser usada.

Por que processar no navegador

Os dois formatadores rodam inteiramente em JavaScript, no seu computador. Nada é enviado aos nossos servidores e nada é registrado. Isso não é detalhe de implementação: uma query de produção carrega nome de tabela interna, estrutura de banco e às vezes valor literal de cliente; um payload de API carrega token, identificador e dado pessoal.

Colar esse conteúdo em um formatador online que processa no servidor significa entregá-lo a terceiro desconhecido. Vale conferir isso em qualquer ferramenta do gênero antes de usar, aqui inclusive — com o site aberto, desconecte a rede e veja que a formatação continua funcionando.

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