Gerador de PIS/PASEP
Gera números de PIS/PASEP válidos.
O que é o PIS/PASEP?
PIS (Programa de Integração Social) e PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) são programas governamentais criados nos anos 1970 para integrar o trabalhador na vida e no desenvolvimento das empresas. Na prática, o número de PIS/PASEP é um identificador único do trabalhador perante o governo, vinculado ao Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).
O PIS é destinado a trabalhadores da iniciativa privada; o PASEP, a servidores públicos. O número tem 11 dígitos, sendo o último um dígito verificador calculado matematicamente. É usado para acesso ao seguro-desemprego, abono salarial, FGTS e outros benefícios trabalhistas.
Para que serve o gerador de PIS
Sistemas de RH, folha de pagamento, eSocial e portais de benefícios trabalhistas exigem o número de PIS no cadastro de funcionários. Para testar esses sistemas sem usar dados reais de trabalhadores, desenvolvedores precisam de números de PIS matematicamente válidos mas fictícios.
Os números gerados aqui seguem o algoritmo oficial de cálculo do dígito verificador, passando nas validações de formato dos sistemas. Não correspondem a nenhum trabalhador real registrado no CNIS.
Diferença entre PIS e CPF
PIS e CPF são documentos distintos com propósitos diferentes: o CPF é gerido pela Receita Federal e identifica o cidadão para fins fiscais e legais; o PIS é gerido pela Caixa Econômica Federal e identifica o trabalhador para fins previdenciários e trabalhistas. Um cidadão tem um único CPF e, se trabalhou com carteira assinada, também tem um PIS — ambos permanentes e únicos.
Estrutura do número
O PIS/PASEP tem 11 dígitos e é exibido no formato 000.00000.00-0. Os 10 primeiros identificam o cadastro e o último é o verificador, calculado pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 com aritmética de módulo 11 — se o resto da divisão for 0 ou 1, o dígito é 0; do contrário, é 11 menos o resto. Os números gerados aqui seguem exatamente esse cálculo e passam em qualquer validador que o implemente corretamente.
Por onde esse campo aparece nos sistemas
O PIS é campo obrigatório em praticamente todo software de folha de pagamento e RH no Brasil: é ele que identifica o trabalhador no eSocial, no CAGED, na guia do FGTS e no CNIS. Sistemas de admissão, benefícios, vale-transporte e plano de saúde carregam o mesmo número. Quem desenvolve para essa área precisa de massa de teste em volume — dezenas ou centenas de colaboradores fictícios — e é exatamente esse o uso desta ferramenta.
Gerar em lote permite testar importação de planilhas, validação de duplicidade, ordenação e paginação de listas de funcionários sem tocar em dado de pessoa real, o que a LGPD desaconselha fortemente em ambiente de homologação.
PIS, PASEP, NIT e NIS
Os quatro nomes designam números da mesma família, com estrutura e dígito verificador idênticos. PIS é o cadastro do trabalhador da iniciativa privada (Caixa), PASEP o do servidor público (Banco do Brasil), NIT o identificador junto ao INSS para contribuintes individuais, e NIS o número usado em programas sociais e no CadÚnico. Um número gerado aqui serve como massa de teste para qualquer um desses campos.
Aviso de uso
Os números produzidos são aleatórios e fictícios: satisfazem o cálculo do dígito verificador, mas não constam de nenhum cadastro da Caixa, do Banco do Brasil, do INSS ou do CadÚnico. Não há aqui qualquer consulta a base oficial. Destinam-se a testes de software; usá-los para se passar por outra pessoa ou obter benefício indevido é crime.
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- Validador de PIS/PASEP — para conferir na volta que o número gerado fecha — é o mesmo cálculo, módulo 11 com pesos de 3 a 9, feito ao contrário.
Perguntas frequentes
Os números de PIS gerados são reais?
Não. São aleatórios e apenas satisfazem o cálculo do dígito verificador. Não constam de nenhum cadastro da Caixa, do Banco do Brasil, do INSS ou do CadÚnico, e não pertencem a nenhum trabalhador.
Para que serve gerar PIS fictício?
Para testar sistemas de folha de pagamento, RH, eSocial e benefícios sem usar dados de pessoas reais, o que a LGPD desaconselha em ambiente de homologação. Gerar em lote permite testar importação de planilhas, duplicidade e paginação com volume realista.
Como é calculado o dígito verificador do PIS?
Multiplicam-se os 10 primeiros dígitos pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2, soma-se tudo e divide-se por 11. Se o resto for 0 ou 1, o dígito é 0; caso contrário, é 11 menos o resto.
Posso usar um PIS gerado para me cadastrar em algum sistema?
Não. Além de não corresponder a nenhum cadastro real (e portanto ser rejeitado por qualquer sistema integrado ao CNIS), usar número de documento para se passar por outra pessoa ou obter benefício indevido é crime.