Gerador de RG

Gera números de RG para testes.

O que é o RG e como é estruturado?

O RG (Registro Geral), também chamado de Carteira de Identidade, é um dos principais documentos de identificação do cidadão brasileiro. Diferente do CPF (nacional e padronizado), o RG não tem um formato único no Brasil — cada estado define seu próprio formato, número de dígitos e algoritmo de verificação.

O formato mais comum, emitido por São Paulo e adotado como referência por muitos estados, tem 9 caracteres: 8 dígitos sequenciais mais 1 dígito verificador, que pode ser um número de 0 a 9 ou a letra X (usada quando o cálculo resulta em 10).

Novo RG Nacional (CIN)

A partir de 2023, o Brasil começou a emitir o novo documento de identidade padronizado nacionalmente — a Carteira de Identidade Nacional (CIN). O novo documento usa o CPF como número único de identificação, eliminando a variação entre estados. Documentos antigos continuam válidos até 2032. O novo formato facilita validação em sistemas nacionais, pois todos os cidadãos passam a ter um número único — o CPF — como principal identificador.

Para que serve o gerador de RG

Sistemas legados que ainda cadastram RG no formato estadual (não CIN) precisam testar validação de formato, regras de negócio e campos de entrada. Os números gerados seguem o formato de São Paulo (mais universal), com dígito verificador correto, mas são fictícios — não correspondem a nenhum documento emitido por nenhuma SSP estadual.

Por que o RG é o documento mais problemático para validar

Ao contrário do CPF, que tem formato nacional único, o RG é emitido por cada Secretaria de Segurança Pública estadual, e cada estado usa seu próprio formato. São Paulo emite 8 dígitos mais um verificador que pode ser de 0 a 9 ou a letra X. O Rio de Janeiro usa outra quantidade de dígitos. Minas Gerais, outra. Alguns estados sequer têm dígito verificador calculável.

A consequência prática para quem desenvolve: não existe validação universal de RG. Sistemas que tentam aplicar o algoritmo paulista a todos os estados rejeitam documentos legítimos de brasileiros — um bug de exclusão bastante comum em formulários. A recomendação técnica é aceitar o RG como campo de texto livre com limite de tamanho, validando o formato apenas quando o estado emissor for informado e conhecido.

O que esta ferramenta gera

Os números seguem o formato de São Paulo, o mais difundido e o mais usado como referência em sistemas nacionais: 8 dígitos sequenciais mais o verificador calculado em módulo 11. Servem para popular campos de RG em bancos de homologação e testar máscaras de entrada e regras de formatação.

A transição para a CIN

A Carteira de Identidade Nacional, em emissão desde 2023, resolve o problema na raiz: adota o CPF como número único de identificação em todo o país, encerrando a variação estadual. As carteiras antigas continuam válidas até 2032, prazo depois do qual o RG estadual perde validade como documento de identificação.

Para quem está construindo um sistema novo hoje, a orientação é clara: use o CPF como identificador principal e trate o RG como campo secundário, opcional e sem validação rígida. Sistemas que exigem RG obrigatoriamente já estão criando dívida técnica com prazo de vencimento conhecido.

Aviso de uso

Os números são fictícios, não correspondem a documentos emitidos por nenhuma SSP e não são consultáveis em base alguma. Uso restrito a testes de software.

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Perguntas frequentes

Existe um formato único de RG no Brasil?

Não. Cada Secretaria de Segurança Pública estadual define seu próprio formato, quantidade de dígitos e algoritmo — alguns estados sequer têm dígito verificador calculável. Por isso não existe validação universal de RG.

Qual formato esta ferramenta gera?

O de São Paulo: 8 dígitos sequenciais mais um verificador calculado em módulo 11, que pode ser um número de 0 a 9 ou a letra X quando o cálculo resulta em 10. É o formato mais difundido e o mais usado como referência.

Meu sistema deve validar RG?

O recomendável é aceitar o RG como texto livre com limite de tamanho, validando o formato só quando o estado emissor for informado e conhecido. Aplicar o algoritmo paulista a todos os estados rejeita documentos legítimos de brasileiros.

O que muda com a Carteira de Identidade Nacional?

A CIN, em emissão desde 2023, adota o CPF como número único de identificação em todo o país, encerrando a variação estadual. As carteiras antigas valem até 2032. Sistemas novos devem usar o CPF como identificador principal e tratar o RG como campo secundário.

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