Gerador de QR Code Pix

Informe a sua chave e gere o Pix Copia e Cola junto com o QR Code. Funciona para receber de qualquer banco.

O que é o Pix Copia e Cola

O Copia e Cola e o QR Code são a mesma coisa em formatos diferentes: o QR Code é apenas a representação gráfica daquele texto. O padrão se chama BR Code, definido pelo Banco Central sobre a especificação internacional EMV® QR Code.

O texto é uma sequência de campos no formato TLV — cada campo tem uma etiqueta de 2 dígitos, um tamanho de 2 dígitos e o valor. É por isso que o código parece uma sopa de números: dentro dele estão a sua chave, o seu nome, a cidade e, se você definir, o valor.

Estático e dinâmico: a diferença

Este gerador produz um Pix estático: o código é reutilizável, funciona indefinidamente e pode ser impresso, colado na vitrine ou mandado no grupo. Todo pagamento cai na mesma chave, e você identifica quem pagou pelo nome no extrato.

O Pix dinâmico é gerado a cada cobrança por uma integração com o banco ou com um PSP. Ele carrega uma URL que o app consulta na hora, permite vencimento, juros, multa e conciliação automática por cobrança. Não dá para produzir um Pix dinâmico offline — ele depende de uma cobrança registrada na instituição.

Para receber de clientes avulsos, o estático resolve. Para e-commerce com baixa automática, é dinâmico.

Valor definido ou em aberto

Deixando o campo de valor vazio, o pagador digita quanto quer transferir. É o formato certo para gorjeta, vaquinha, doação e para o comércio em que o total varia.

Preenchendo o valor, o app do pagador abre com o campo travado no montante — menos erro de digitação e menos conferência depois. É o formato certo para uma cobrança específica.

O CRC, e por que tantos códigos falham

Os quatro últimos caracteres do código são um CRC-16, uma verificação matemática calculada sobre todo o restante. O app do banco recalcula esse valor ao ler o código e recusa se não bater.

Existe uma armadilha conhecida nessa conta: o CRC é calculado incluindo o literal 6304, que é a etiqueta e o tamanho do próprio campo do CRC. Muita implementação calcula sem esses quatro caracteres e gera um código que às vezes é aceito por coincidência e falha quando qualquer detalhe muda. Nossa implementação foi conferida contra o exemplo oficial publicado pelo Banco Central, que deve resultar no CRC 1D3D.

O efeito colateral útil disso: não dá para editar um Pix Copia e Cola na mão. Trocar um dígito do valor ou uma letra da chave invalida o CRC, e o app recusa. Se alguém te mandar um código editado, ele não vai funcionar — e se funcionar, não foi editado.

Nome e cidade: por que o texto é normalizado

O padrão trabalha com um repertório restrito de caracteres, e limita o nome a 25 e a cidade a 15 caracteres. Por isso removemos acentos e convertemos para maiúsculas antes de montar o código — "João da Silva" vira "JOAO DA SILVA".

Isso não é preciosismo: acento e símbolo incomum são causa frequente de código que um aplicativo lê e outro não. O nome que aparece de fato para o pagador na hora do pagamento é o registrado no seu banco, não o que você digita aqui — este campo é informativo.

Chaves aceitas

CPF e CNPJ são validados pelos dígitos verificadores antes de entrar no código. Telefone precisa do formato internacional, com +55 e DDD. E-mail vai em minúsculas. Chave aleatória é o UUID de 36 caracteres que o banco gera.

Um cuidado com onze dígitos: eles podem ser tanto um CPF quanto um telefone com DDD. Se o número não passar na validação de CPF, pedimos que você use o formato com +55 — adivinhar aqui significaria apontar o seu QR Code para a chave errada.

Tudo acontece no seu navegador

Sua chave é enviada apenas para montar o código e não é armazenada, registrada nem associada a você. Ainda assim, vale a regra geral: chave Pix é dado pessoal, e o QR Code que você gerar aponta pagamentos para ela. Divulgue com o mesmo critério que você usaria ao passar a chave para alguém.

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